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Análise Contábil - Evolução e empresas

21 de novembro

O conceito de empresa vem-se ampliando e com isto, também, tudo o que a ela se refere, inclusive o capital.

Autor: Professor Lopes de Sá   Site : www.lopesdesa.com.br

Análise Contábil - Evolução e empresas

O conceito de empresa vem-se ampliando e com isto, também, tudo o que a ela se refere, inclusive o capital.

A visão social e humana tende a ser a predominante, mas, também a ecológica e de condição biológica de sobrevivência.

A empresa é uma célula social e a visão jurídica e econômica, antes predominante, absorvente, fechada e rigorosa, vem cedendo lugar a um sentido de maior alcance.

Esta a razão pela qual as ciências que servem à empresa estão conquistando novos espaços em suas teorias e na tecnologia.

A Contabilidade não deixou de seguir esta tendência e hoje já se fala de Contabilidade do Meio Ambiente, Contabilidade de Recursos Humanos, Contabilidade Social, Contabilidade Internacional.

São progressos naturais:

Uma riqueza em marcha, vive em um ambiente interno que é o empresarial e em outros externos e que são o seu mercado, a sociedade, a natureza, os sistemas políticos, jurídicos, internacional.

Recebe influências dos referidos ambientes e também sobre eles influi.

Trata-se de uma interação que provoca acontecimentos que podem ser registrados, tomar forma contabilística e serem demonstrados.

Com a ampliação do comércio, a níveis nunca vistos e em velocidades também jamais vividas em outras épocas, a imagem dos negócios é algo importante.

A manutenção de uma boa imagem, de acesso a tudo o que acontece no universo empresarial, depende de boas informações.

Sabemos, hoje, que a empresa deve satisfações ao povo, ao Pais, ao mundo que a recebe.

Dar a esse mundo satisfação, com clareza, do que acontece com a riqueza administrada e até outros dados suplementares sobre o que ocorre com o pessoal e a participação no Estado, é atitude que valoriza um empreendimento, que contribui para imagem positiva, que colabora para a melhoria do ambiente social.

Essa sinceridade do empresário, chegando mais perto de seu público pela clareza de dados, faz com que também o público se chegue à ele.

Uma das maiores debilidades da administração pública está nesse quase hermetismo da apresentação de seus dados.

O povo não conhece, de forma clara, em divulgação competente, o que se passa com o dinheiro que contribui e isto cria desconfianças e distâncias.

É natural que a evolução empresarial seja maior que a do Estado, sendo, também conceptível, pois, que os conceitos de forma bem mais acelerada progridam no mundo particular que naquele público.

O que não parece adequado é que a empresa não aceite essa tendência evolutiva que o judiciário já está aceitando, como Poder, superando em muito o executivo e o próprio legislativo, ainda muito acanhados em suas capacidades de entender que as coisas mudaram quase radicalmente no mundo empresarial e de que estamos necessitando de outros modelos que considerem o social, o humano, o produtivo.


Doutor em Ciências Contábeis pela Universidade do Brasil, Doutor em Letras, H.C., pela Samuel Benjamin Thomas University, de Londres, Inglaterra, Administrador - Economista - Professor Universitário. Escritor com 183 livros publicados no Brasil e no exterior, com aproximadamente 10 milhões de exemplares vendidos e mais de 13.000 artigos, possuindo diversos prêmios internacionais de mérito e de literatura científica. Presidente de Honra da Associação Científica Internacional de Contabilidade e Economia, Primeiro Vice-Presidente da Academia Brasileira de Ciências Contábeis, Vice-Presidente e Ouvidor Geral da Academia Nacional de Economia, Presidente de Honra do Centro de Estudos de História da Contabilidade, da APOTEC, de Portugal. Membro da Real Academia de Ciências Econômicas y Financieras, da Espanha, Membro da Academie des Sciences Commerciales, da França, Membro de Honra do International Research Institute of New Jersey, U.S.A. desde 1965. Detentor da maior titulação contábil que o Conselho Federal de Contabilidade atribui a um profissional, oficialmente, no Brasil, a Medalha de Ouro João Lyra. MÉRITO PROFISSIONAL AMERICANO, conferido por todos os Países da América, na Conferência Interamericana de Contabilidade, pela Associação Interamericana de Contabilidade. Detentor da CRUZ DO MÉRITO FILOSÓFICO E CULTURAL, comenda oficial pública, constituída por decreto do Governo do Estado de São Paulo, outorgada pela SOCIEDADE BRASILEIRA DE FILOSOFIA, LITERATURA E ENSINO. Foi representante do Brasil no Conselho Econômico e Social da ONU, em Genebra, Comendador por Decreto do Presidente da República e ao seu nome se atribui hoje internacionalmente o Prêmio de produção Científica em Contabilidade. Todo o material é publicado com autorização do Professor Antônio Lopes de Sá

 

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